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Relação causal entre a poluição do ar e a doença de alzheimer

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POLUIÇÃO DO AR AFETA O CÉREBRO E PODE CONTRIBUIR PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER

Pela primeira vez, uma investigação encontra nanopartículas de poluentes em tecido cerebral

A má qualidade do ar já foi associada a uma maior incidência de problemas cardiovasculares e respiratórios, mas um novo estudo indica que ela também pode estar relacionada ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Continuar a ler

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Possíveis efeitos da atividade solar e geomagnética na esclerose múltipla

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Leia com atenção este estudo científico publicado em Julho, na revista científica “Clinical Neurology & Neurosurgery”, o qual conclui que a atividade geomagnética solar pode constituir um fator de risco ambiental para a esclerose múltipla.

Fonte: www.clineu-journal.com/article/S0303-8467(16)30157-3/abstract

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Estudo inglês afirma que a vida moderna está a matar os nossos filhos – taxa de cancro sobe 40% nos últimos 16 anos

Kids-playing-on-digital-tablet-device.jpgTAXA DE CANCRO, NO REINO UNIDO, NOS JOVENS SOBE 40% NOS ÚLTIMOS 16 ANOS

Muitas das conclusões apontadas neste estudo vão ao encontro do que a “Habitat Saudável®” defende como necessário para ter uma vida saudável e plena. Neste sentido muitas das causas apontadas para tal problemática estão associadas a fatores de ordem ambiental tidos em conta nos projetos de arquitetura e consultorias a espaços edificados que a Habitat Saudável desenvolve.

De acordo com um estudo realizado em Inglaterra e publicado no prestigiado jornal “The Telegraph” a vida moderna está a matar as nossas crianças, com o número de jovens com diagnóstico de cancro a subir 40% nos últimos 16 anos por causa de fatores variados tais como a poluição do ar, as radiações, os campos eletromagnéticos, as dietas alimentares pobres, etc. Continuar a ler

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O impacto dos edifícios no desempenho cognitivo

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ESTUDO DEMONSTRA O IMPACTO QUE A QUALIDADE DO AR INTERIOR, EM ESCRITÓRIOS, TEM NO DESEMPENHO CEREBRAL/COGNITIVO

O ambiente interior em que trabalhamos diariamente, durante vários anos, desempenha um papel critico na nossa saúde e bem-estar. Na verdade, gastamos cerca de 90% do nosso tempo “enclausurados” dentro de quatro paredes sendo que os ambientes fechados podem influenciar, dependendo das condições que apresentam, positiva ou negativamente a saúde dos seus utilizadores.

Na verdade a qualidade do ar interior, bem como os elevados padrões energético-ambientais dos edifícios, ambientes sãos e em equilíbrio com a natureza são alguns dos pilares do nosso bem-estar habitacional e que a Habitat Saudável® defende nos seus projetos com vista à melhoria da saúde e bem-estar dos seus utilizadores.

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Campos eletromagnéticos e a relação causa-efeito com a doença de alzheimer

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CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS E A RELAÇÃO CAUSA-EFEITO COM A DOENÇA DE ALZHEIMER, EM PARTICULAR, EM PESSOAS ELETROSSENSIVEÍS

O Dr. Dominique Belpomme, presidente da “Association for Research on Treatment Against Cancer” (ARTAC), bem como fundador do “The European Cancer and Environment Researh Institute” (ECERI) afirmou e fundamentou, numa entrevista à Radio Canadá, que a eletrossensibilidade é um estado de pré-Alzheimer. Continuar a ler

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Os telemóveis fazem mal à saúde segundo o Prémio Nobel da Medicina Thomas Südhof (2013)

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“O alemão Thomas Südhof, vencedor do Prémio Nobel da Medicina, afirma que os smartphones produzem uma situação de stress contínuo que pode provocar transformações no cérebro e doenças como a síndrome de Burnout ou exaustão. Continuar a ler

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Os efeitos negativos, na saúde, da iluminação artificial

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MUITO INTERESSANTE ESTA INVESTIGAÇÃO, A QUAL NOS DEVE FAZER REFLETIR…

Demasiada luz artificial  é má para a saúde humana. Segundo um estudo desenvolvido por investigadores do Centro médico universitário de Leiden (sul da Holanda) e publicado na revista Current Biology, a manipulação do ciclo natural da luz e obscuridade conduz a uma espécie de envelhecimento prematuro por parte dos ratos. Não existe evidencia de que os mesmos efeitos possam ocorrer em seres humanos; contudo, a investigação da equipa liderada pela neurocientista Johanna Meijer vai de encontro a essa linha de investigação cujo objetivo é identificar os aspetos negativos da contaminação lumínica.  Continuar a ler