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Copenhaga torna os telhados verdes obrigatórios

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A Cidade de Copenhaga une-se a Toronto como a segunda cidade que aprova uma lei que requererá que todos os telhados novos da cidade tenham algum tipo de vegetação, num esforço de combate à contaminação ambiental. A cidade espera que a cada ano sejam cobertos 5 mil metros quadrados.

No momento a cidade tem 20 mil metros quadrados de telhados. Para 2025, a meta é ser neutral em termos de carbono. Sem dúvida que a Escandinávia é uma zona pioneira na Sustentabilidade.

Toronto implementou já uma medida semelhante, observando-se que 21% da sua superfície é composta por telhados, existindo também a possibilidade crescente de instaurar novas áreas verdes, nestas áreas, dentro da verticalização urbana.

Os benefícios dos telhados verdes são notáveis, já que absorvem até 80% da chuva, ajudando a reduzir os problemas de inundação produzidos pelas tempestades. Ajudam a reduzir as temperaturas urbanas (efeito “ilha de calor”), protegem a edificação dos raios ultravioleta, contribuem para a filtração de poluentes e de dióxido de carbono, ajudam a isolar a acústica de um edifício, bem como de mudanças bruscas de temperatura, para além de produzir um diferencial estético e ambiental na edificação.

SAIBA MAIS EM:

www.archdaily.com.br/br/627595/um-teto-verde-a-cada-edificio-a-politica-de-copenhague-para-eliminar-as-emissoes-de-carbono-ate-2025

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“Algumas zonas de Portugal estão entre as mais radioactivas do mundo” – Alcides Pereira

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Depois de desmontar conceitos e mitos da radioactividade, ALCIDES PEREIRA confessa que às vezes fazia falta um psicólogo nos trabalhos de campo. Perante as concentrações elevadas de radioactividade natural que se encontram em algumas casas das Beiras e do Alto Alentejo, há quem fique obcecado e quem não acredite, porque o radão, um gás – a principal fonte de radiação ambiental – não se vê nem se sente.

Entrevista do “Coordenador do Laboratório de Radioactividade Natural da Universidade de Coimbra”, Alcides Pereira ao”Jornal I”.