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A contaminação ambiental prejudica os pulmões das crianças durante a gravidez

prefeitura-monitorando-gestantesVários estudos foram realizados até à data sobre os efeitos adversos dos contaminantes atmosféricos nos pulmões das crianças e adolescentes em idade escolar.

Este novo estudo realizado por investigadores do Centro de Investigação em Epidemiologia Ambiental (CREAL) de Barcelona estudou os efeitos que tem nos pulmões das crianças a exposição das mães a contaminantes atmosféricos durante a gravidez. Este estudo determinou que o ar contaminado durante a gravidez, especialmente no segundo trimestre, é prejudicial para a função pulmonar das crianças e seu desenvolvimento. Continuar a ler

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A relação entre o Homem e o seu bem-estar/qualidade do espaço habitado existe desde os primórdios da civilização

transferirO livro “Ares, Águas e Lugares” pode ser considerado o primeiro tratado de saúde pública, onde Hipócrates, pai da Medicina, fala pela primeira vez da interferência dos lugares na saúde humana:

“(…) o seguinte ponto refere-se aos ventos quentes e frios (…). Deverá também considerar as propriedades das águas (…). O médico deverá analisar a posição de uma vila em relação ao nascer e pôr-do-sol, pois um aspecto norte, ou sul, ou oriental, ou ocidental possuem caracteres diferentes (…). Também o solo, se é plano ou seco, com bosques e águas abundantes (…).

De acordo com Hipócrates, o médico deveria saber de todos estes aspectos para cuidar dos seus pacientes. Isto, porque o médico cuida da saúde e o objectivo é manter a saúde num estado óptimo. De facto, ao longo deste tratado, a relação com o ambiente é um traço característico na compreensão hipocrática sobre o fenómeno saúde-doença. Partindo da observação das funções do organismo e suas relações com o meio natural (periodicidade das chuvas, ventos, calor ou frio) e social (trabalho, moradia, posição social etc.), Hipócrates desenvolveu uma teoria que entende a saúde como homeostase, isto é, como resultante do equilíbrio entre o homem e o seu respectivo meio.

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Viver perto de auto-estradas é um risco para a pressão arterial

A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE EM QUE VIVEMOS SOBRE A NOSSA SAÚDE, BEM-ESTAR E FELICIDADE

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Viver perto de uma auto-estrada pode aumentar o risco de hipertensão arterial, de acordo com um estudo publicado pelo “Jornal of the American Heartn Association”. No estudo analisaram-se mais de 5000 mulheres pós-menopáusicas, as que viviam a uma distância máxima de 100 metros de uma estrada com muito tráfico, sendo que estas apresentam um risco 22% maior de contrair hipertensão do que as mulheres que viviam a pelo menos 800 metros de distância.

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O “síndrome do escritório doente”, um problema que afecta 50% daqueles que trabalham em frente a um computador

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Um mobiliário inadequado no posto de trabalho pode causar uma variedade de sintomas/doenças tais como conjuntivites, problemas dermatológicos ou falta de concentração.

Cinquenta por cento das pessoas que trabalham num escritório apresenta problemas posturais relacionados com o chamado “Síndrome do Escritório Doente”, segundo destacou o professor e director da “IMF Business School”, Carlos Martinez.

Carlos Martinez destaca o quanto é importante “dispor de um ambiente de trabalho ergonómico, rever os equipamentos de ar condicionado, sentar-se numa postura adequada, evitar o contacto prolongado com ecrãs de computadores ou a falta de luz solar”. Continuar a ler