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Lista dos telefones que emitem mais e menos radiação (Lista atualizada 2014)

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Leia com atenção esta notícia…

“Até há pouco tempo no site “Pijama Surf” (www.pijamasurf.com) partilhamos uma nota sobre a radiação eletromagnética que emitem os telemóveis, em particular os smartphones, cuja avançada tecnologia parece ter um custo para a nossa saúde. Até agora, sabe-se com certeza que a radiação tem efeitos sobre a vida, embora ainda se estude a precisão destas consequências. Algumas investigações encontram uma relação ente o uso de dispositivos eletrónicos e o desenvolvimento de tumores e doenças como o Alzheimer e inclusivamente a infertilidade.

Para fornecer mais informação sobre este assunto, divulgamos agora uma lista publicada pelo sitio CNET e atualizada a 9 de Junho de 2014, que mostra os modelos de telemóvel que emitem mais e menos radiação: 20 equipamentos para cada uma das categorias. Continuar a ler

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Eletrosensibilidade: uma nova realidade…

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Evidências das consequências da sobre(exposição) a campos eletromagnéticos nas sociedades contemporâneas. Não obstante o ainda desconhecimento desta realidade, em muitas países, esta patologia já começa a ser reconhecida e as pessoas afetadas pela mesma a serem ressarcidas, em parte, das suas consequências como prova esta noticia publicada no DN.

ALERGIA AO WI-FI, PROBLEMAS DE VISÃO, TROMBOSES: AS NOVAS DOENÇAS TECNOLÓGICAS

A hipersensibilidade eletromagnética, ou alergia à wireless, levou a que uma francesa se isolasse numa região sem eletricidade. O tribunal atribuiu-lhe um subsídio de 800 euros por mês. Continuar a ler

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Situação preocupante…

 

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“RADÃO, CO2 E PARTÍCULAS FINAS DETETADAS EM ESCOLAS DO PORTO E BRAGANÇA

Asma, falta de atenção e, potencialmente, cancro. Um estudo da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto detetou encontrou mais de 50 escolas com agentes que podem ser perigosos para as crianças.

O resultado do estudo é claro. Em 65% das salas das escolas e creches de Bragança há mais radão do que a lei permite. Já quanto a um nível excessivo de partículas finas, este foi detetado em 84% das 58 salas do Porto e de Bragança que foram alvo do estudo. Continuar a ler