Evidências sobre a relação entre ondas eletromagnéticas e saúde…

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ESPECIALISTA AVISA… QUE AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS PODEM ORIGINAR MUTAÇÕES FUTURAS

“Um especialista em doenças profissionais, advogado e autor do livro “Invisível, uma novela sobre eletrohipersensibilidade”, Jaume Cortés, alertou para o facto de as ondas eletromagnéticas poderem criar mutações nas gerações futuras.

Jaume Cortés assegurou numa entrevista ao jornal Efe “que os estudos científicos sobre eletrohipersensibilidade e doenças relativas a outras sensibilidades químicas permitiram concluir de que “existem campos eletromagnéticos que modificam o ADN das pessoas, o que pode criar mutações nas futuras gerações”.Cortés avisou de que os possíveis riscos das tecnologias sem fios e dos campos eletromagnéticos podem produzir a aparição de tumores cerebrais, sequelas na memória e na aprendizagem, modificações do comportamento, alterações do sono ou doenças como o cancro e o Alzheimer, ainda que também possam ocorrer efeitos no esperma e em abortos involuntários.

O especialista explicou que ninguém está alheio as radiações eletromagnéticas, uma vez que todo o mundo está exposto a elas; porém clarificou que a hipersensibilidade às radiações surge sobretudo em fases ou momentos biológicos de baixas defesas ou de maior debilidade física, relativamente ás que o corpo se defende com dores de cabeça, suores, desmaios, etc.

Relativamente ao aspeto legal, afirmou que a maioria dos juízes e dos médicos não reconhece a doença porque “nem sequer o catálogo da OMS a reconhece como uma das doenças que podem ser objeto de baixa laboral”.

O especialista manifestou que parte da dificuldade do diagnóstico da eletrohipersensibilidade provém da sua invisibilidade aos olhos humanos e porque é “impossível saber o número de afetados em Espanha porque nem eles mesmos o sabem muitas vezes”, ainda que tal número possa rondar os milhares de casos.

Neste sentido, lamentou que os limites legais sejam mais permissivos que os valores considerados saudáveis por cientistas que estudam a patologia.

O advogado, perito em questões ambientais, mostrou-se indignado com a “falta de contundência das instituições que permitem a instalação de antenas próximas a habitações ou escolas, as quais emitem ondas muito superiores às permitidas e provocam um efeito similar ao de um microondas em cima das cidades”.

Cortés reconheceu que será difícil a convivência entre os remédios para a eletrohipersensibilidade e um mundo cada vez mais tecnológico; porém pediu que os “telefones inteligentes” ou os receptores de wifi tenham indicados os riscos que acarretam o seu uso, para “que as pessoas estejam conscientes do que se estão a expor”.

O autor da novela sobre a eletrohipersensibilidade, editado pelo coletivo de advogados “Ronda” mostrou-se pessimista relativamente à evolução da patologia porque as radiações a que está exposto o planeta Terra são exponenciais e em sua consequência também será exponencial o número de pessoas que acabarão por ser afetadas.”

FONTE: Jornal EFE (Noticia da jornalista Miriam Barchilón)

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