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Açores com o dobro de tumores da traqueia, brônquios e pulmão: relação com o consumo de tabaco e não só….

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De acordo com o Registo Oncológico (RON) de todos os tumores na população residente em Portugal, os Açores apresentam o dobro de incidência de tumores da traqueia, brônquios e pulmão relativamente às restantes regiões de Portugal Continental.

De acordo, com este documento, o consumo de tabaco na região autónoma é considerado muito superior, sendo apontando como um fator potencialmente explicador de estes dados; contudo convém realçar que a elevada incidência do cancro no pulmão e vias respiratórias está associada à exposição ao gás radão e não apenas ao consumo de tabaco… Continuar a ler

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Novas evidências da influência dos fatores de ordem ambiental na saúde humana…

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CIENTISTAS DIZEM QUE É POSSÍVEL EVITAR O CANCRO

“Um estudo publicado na revistaNature” revela que 70-90% dos cancros dependem de questões ambientais e podem ser evitados. Este novo estudo mostra que a doença é provocada por fatores externos, como o tabaco, álcool, exposição solar ou poluição, etc. Continuar a ler

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Eletrosensibilidade: uma nova realidade…

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Evidências das consequências da sobre(exposição) a campos eletromagnéticos nas sociedades contemporâneas. Não obstante o ainda desconhecimento desta realidade, em muitas países, esta patologia já começa a ser reconhecida e as pessoas afetadas pela mesma a serem ressarcidas, em parte, das suas consequências como prova esta noticia publicada no DN.

ALERGIA AO WI-FI, PROBLEMAS DE VISÃO, TROMBOSES: AS NOVAS DOENÇAS TECNOLÓGICAS

A hipersensibilidade eletromagnética, ou alergia à wireless, levou a que uma francesa se isolasse numa região sem eletricidade. O tribunal atribuiu-lhe um subsídio de 800 euros por mês. Continuar a ler

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Dia Mundial do Sono – A importância do quarto na sua saúde…

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JÁ PENSOU NA RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O SEU QUARTO E A QUALIDADE DO SEU SONO…

Cerca de 50% da população tem problemas com o sono, principalmente insónias e cansaço matinal, devido às radiações eletromagnéticas que alteram o ciclo da melatonina.

Um sono de qualidade é o maior segredo para uma vida saudável, feliz, cheia de energia e vitalidade. Calcula-se, contudo, que cerca 25% dos portugueses sofrem de insónias crónicas afetando com maior incidência as mulheres e os idosos. O nosso bem-estar físico e psicológico está, sobretudo, dependente de um sono reparador e de qualidade de cerca de oito horas. É de realçar que o sono funciona como um equilibrador do humor e das emoções, permitindo recuperar o corpo e a memória, estimulando a criatividade e aumentando e consolidando a capacidade de aprendizagem. Continuar a ler

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Devemos apagar o wi-fi de noite?

wiOs cientistas invocam o princípio de precaução para as radiações do telemóvel ou do router; alguns exigem a sua retirada das escolas.

A questão intriga e preocupa especialmente os pais: é conveniente apagar a wi-fi e os telemóveis quando não se vão utilizar, para evitar a acumulação de radiações? Os cientistas não se põem muito de acordo sobre se existem evidências suficientes para estabelecer uma relação causa-efeito a curto prazo, por exposição às chamadas radiações electromagnéticas não ionizantes (Remni).

Mas os cientistas coincidem quanto ao facto de não existirem estudos que abordem e aclarem os efeitos a largo prazo da acumulação no organismo, ainda que os indícios não sejam satisfatórios. Perante esta falta de informação, a maioria dos especialistas invocam o principio de precaução e recomendam a desconexão nocturna destas redes até que a ciência confirme ou descarte eventuais problemas a longo prazo. Continuar a ler

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Viver perto de auto-estradas é um risco para a pressão arterial

A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE EM QUE VIVEMOS SOBRE A NOSSA SAÚDE, BEM-ESTAR E FELICIDADE

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Viver perto de uma auto-estrada pode aumentar o risco de hipertensão arterial, de acordo com um estudo publicado pelo “Jornal of the American Heartn Association”. No estudo analisaram-se mais de 5000 mulheres pós-menopáusicas, as que viviam a uma distância máxima de 100 metros de uma estrada com muito tráfico, sendo que estas apresentam um risco 22% maior de contrair hipertensão do que as mulheres que viviam a pelo menos 800 metros de distância.

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