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Relação causal entre a poluição do ar e a doença de alzheimer

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POLUIÇÃO DO AR AFETA O CÉREBRO E PODE CONTRIBUIR PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER

Pela primeira vez, uma investigação encontra nanopartículas de poluentes em tecido cerebral

A má qualidade do ar já foi associada a uma maior incidência de problemas cardiovasculares e respiratórios, mas um novo estudo indica que ela também pode estar relacionada ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer. Continuar a ler

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O impacto dos edifícios no desempenho cognitivo

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ESTUDO DEMONSTRA O IMPACTO QUE A QUALIDADE DO AR INTERIOR, EM ESCRITÓRIOS, TEM NO DESEMPENHO CEREBRAL/COGNITIVO

O ambiente interior em que trabalhamos diariamente, durante vários anos, desempenha um papel critico na nossa saúde e bem-estar. Na verdade, gastamos cerca de 90% do nosso tempo “enclausurados” dentro de quatro paredes sendo que os ambientes fechados podem influenciar, dependendo das condições que apresentam, positiva ou negativamente a saúde dos seus utilizadores.

Na verdade a qualidade do ar interior, bem como os elevados padrões energético-ambientais dos edifícios, ambientes sãos e em equilíbrio com a natureza são alguns dos pilares do nosso bem-estar habitacional e que a Habitat Saudável® defende nos seus projetos com vista à melhoria da saúde e bem-estar dos seus utilizadores.

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Campos eletromagnéticos e a relação causa-efeito com a doença de alzheimer

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CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS E A RELAÇÃO CAUSA-EFEITO COM A DOENÇA DE ALZHEIMER, EM PARTICULAR, EM PESSOAS ELETROSSENSIVEÍS

O Dr. Dominique Belpomme, presidente da “Association for Research on Treatment Against Cancer” (ARTAC), bem como fundador do “The European Cancer and Environment Researh Institute” (ECERI) afirmou e fundamentou, numa entrevista à Radio Canadá, que a eletrossensibilidade é um estado de pré-Alzheimer. Continuar a ler

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Os telemóveis fazem mal à saúde segundo o Prémio Nobel da Medicina Thomas Südhof (2013)

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“O alemão Thomas Südhof, vencedor do Prémio Nobel da Medicina, afirma que os smartphones produzem uma situação de stress contínuo que pode provocar transformações no cérebro e doenças como a síndrome de Burnout ou exaustão. Continuar a ler

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A radiação do Wi-fi provoca 47,7% de abortos involuntários

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O segmento da população de maior risco por exposição a este tipo de radiação são as mulheres e as crianças, afetando especialmente as grávidas durante a sétima semana de gestação.

Um consultor da Organização Mundial de Saúde, John Goldsmith demonstrou que a exposição a radiação de microondas wi-fi converteu-se na principal causa de abortos involuntários. Um total de 47,7% dos casos, durante a sétima semana de gravidez são provocados por tais ondas. Continuar a ler

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Evidências sobre a relação entre ondas eletromagnéticas e saúde…

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ESPECIALISTA AVISA… QUE AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS PODEM ORIGINAR MUTAÇÕES FUTURAS

“Um especialista em doenças profissionais, advogado e autor do livro “Invisível, uma novela sobre eletrohipersensibilidade”, Jaume Cortés, alertou para o facto de as ondas eletromagnéticas poderem criar mutações nas gerações futuras.

Jaume Cortés assegurou numa entrevista ao jornal Efe “que os estudos científicos sobre eletrohipersensibilidade e doenças relativas a outras sensibilidades químicas permitiram concluir de que “existem campos eletromagnéticos que modificam o ADN das pessoas, o que pode criar mutações nas futuras gerações”. Continuar a ler

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O uso do smartphone no bolso das calças ou no quarto durante a noite e a relação com a qualidade do esperma/infertilidade – NOVAS EVIDÊNCIAS

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ESTUDO REVELA QUE NÍVEIS DE ESPERMA DE HOMENS, QUE TÊM OS SEUS TELEMÓVEIS NOS BOLSOS DAS CALÇAS, DURANTE O DIA, SÃO SERIAMENTE AFETADOS

Os telemóveis e a sua relação com a fertilidade masculina é um tema que tem sido amplamente explorado nas últimas décadas. Ainda que existam vários estudos que demonstrem que ter um smartphone/telemóvel na proximidade dos genitais afete a qualidade do esperma, ainda nenhum organismo oficial obrigou a que os fabricantes advirtam os seus utilizadores relativamente a este risco.

O último estudo científico que analisa este problema foi desenvolvido por uma equipa de investigadores altamente respeitados da “Technion University de Haifa”, onde analisaram durante 12 meses os hábitos relativos à utilização de telemóveis em 100 homens; para tal iam a uma clinica de fertilidade para conhecer a qualidade do seu esperma. Continuar a ler